MIS: Steve Jobs, o Visionário faz visitantes refletirem sobre inovação e criatividade e o tênue elo entre fracasso e sucesso em nosso tempo

Nesta semana, enfim, visitei a exposição sobre o Steve Jobs no MIS. Parei o carro na rua ao lado, na frente de um novo museu que será visitado em breve, a Fundação Ema Klabin. A exposição estava bem vazia, se comparada à mostra sobre o Silvio Santos do início do ano, ou à do Tim Burton do ano passado. Gostei da exposição, pois além de tratar de uma das personalidades mais marcantes dos últimos anos, traz reflexões importantes sobre criatividade e inovação. A exposição mostra um pouco da história do Steve Jobs a partir de fotos, filmes, objetos, reportagens, e produtos históricos dele ou de pessoas ligadas a ele ao longo de sua vida. Havia algumas peças interessantes na exposição, e uma delas que me chamou bastante a atenção foi um exemplar de um de seus maiores fracassos, o Apple I, avaliado em 1 milhão de dólares – e olha que é só uma placa com diversos circuitos, hein? O MIS costuma se esforçar para criar exposições lúdicas e interativas, o que também foi feito desta vez, porém, me parece que o tema era um pouco mais difícil de ser explorado do que o usual. Algo que me fez pensar muito foi o fato de que para cada grande sucesso do Jobs, ele teve um fracasso de igual ou maior tamanho, e era a busca incessante pela perfeição e a tentativa de proporcionar a todos os ganhos advindos das tecnologias presentes que fizeram de Steve Jobs o personagem que mais influenciou na mudança das nossas vidas nas últimas décadas. Foi ótimo ver também os trabalhos dele dos tempos de Pixar, que são absolutamente maravilhosos, como Toy Story e outras animações que vieram na sequência. Recomendo fortemente que passem uma horinha na exposição, pois criatividade chama e clama por mais criatividade, e nunca é demais para nós ganharmos uma inspiração para sermos mais inovadores, não é?

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